Emocionante! Enfermeira reencontra filhas após meses separadas por conta do Covid-19, veja o vídeo


This is the heartwarming moment a "hero" frontline single worker was reunited with her two daughters after being NINE weeks apart. See SWNS story SWLEreunited; Frontline worker Suzanne Vaughan, 43, was separated from her two girls Bella, nine, and Hattie, seven, for nine long weeks before their reunion. Her two daughters Bella, 9, and Hettie, 7, had to say goodbye to their mummy on March 28 and moved in with their aunt Charlotte an hour away in Peterborough. But the adorable pair got the shock of their lives when she surprised them last Sunday (May 31). Sneaky Suzanne creeped up behind them and the three shared a tear-jerking cuddle for the first time in months. Suzanne, from Kings Lynn, Norfolk, said: “I brought them to my sister’s home because I wanted to keep them safe, because I work at the hospital and was exposing myself to the virus each day.

Lutando na linha de frente em meio à pandemia do covid-19, a enfermeira Suzanne Vaughanacaba reencontra suas filhas depois de 9 semanas de separação em um momento muito emocionante. Mãe solteira, esta heroína trabalha no Hospital Queen Elizabeth, em Norfolk – Inglaterra, e passou quase 2 meses trabalhando 24 horas na UTI.

Com o número de contaminados finalmente diminuindo em seu país, ela pôde finalmente voltar para casa para descansar e ficar com suas filhas, Bella e Hettie, de 9 e 7 anos, respectivamente. O reencontro aconteceu no último domingo (7), em Peterborough, na casa de sua irmã Charlotte, que ficou tomando conta das sobrinhas.

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“Trouxe as meninas para a casa da minha irmã porque queria mantê-las seguras, porque trabalho no hospital e me expunha ao vírus todos os dias. Mas eu também queria trabalhar mais e não podia trabalhar mais horas e manter as meninas sozinha”, comentou a enfermeira de 43 anos, que decidiu fazer jornada dupla para salvar o maior número de pessoas possível.

“Foi uma decisão realmente difícil, mas era um sacrifício que precisava ser feito. Mas muitos outros fizeram os mesmos sacrifícios porque queremos ajudar as pessoas e combater esse vírus. Era algo que eu precisava fazer – comecei a fazer esse trabalho há mais de 20 anos porque queria ajudar as pessoas”, desabafa emocionada ao ver que sua vida, finalmente, começará a voltar ao normal.

Suzanne normalmente trabalha 28 horas por semana, mas se disponibilizou para trabalhar mais de 50 horas, a fim de ajudar no esforço nacional contra o vírus. Foram as 9 semanas mais longas de sua vida, pelas dificuldades que enfrentrou no hospital, mas sobretudo por estar longe das pessoas que mais ama. Hoje, porém, suas filhas estão mais orgulhosas do que nunca da mãe: “Ela tinha que estar longe para salvar as pessoas, ela é nossa heroína”.

Fonte: via


Redação

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